Quem joga Magic: The Gathering sabe muito bem que cada cor tem sua própria filosofia de jogo, mas nenhuma é tão visceral e focada no próprio umbigo quanto a cor preta. Enquanto a cor branca prega a ordem e a cor verde abraça o ciclo natural da vida, a cor preta coloca a ambição individual acima de absolutamente tudo. É um estilo de jogo que prospera em cima da manipulação de recursos, riscos calculados e uma disposição assustadora de pagar qualquer preço para garantir a vitória na mesa. Essa crueldade não se resume apenas a destruir criaturas ou descartar a mão do adversário, mas também a transformar pontos de vida em combustível bruto, ressuscitar ameaças colossais do cemitério e destruir os planos mais bem elaborados do oponente.
Claro que todo esse poder imenso cobra um preço igualmente pesado, seja na forma de pontos de vida perdidos, permanentes sacrificadas ou recursos gastos antes da hora certa. O grande segredo para dominar essa cor é saber exatamente o momento em que vale a pena pagar esse custo alto. A seguir, vamos analisar dez cartas que mostram o verdadeiro significado da maldade estratégica e do gerenciamento implacável de recursos dentro do card game da Wizards of the Coast.

1. Blood Artist
Em um jogo onde criaturas morrem o tempo todo em combates e limpezas de mesa, Blood Artist faz com que cada morte seja sentida na alma. Vindo lá de Avacyn Restored, esse vampiro de duas manas drena um ponto de vida do oponente sempre que ele ou qualquer outra criatura morre, recuperando vida para você no processo. O gatilho não se importa de quem era a criatura, o que significa que até a tentativa do seu adversário de limpar o battlefield vai acabar jogando a favor da sua estratégia.
2. Liliana of the Veil
A temida Liliana of the Veil não precisa de uma habilidade suprema gigantesca para impor respeito na partida, já que sua força real vem de minar constantemente os recursos que os oponentes precisam para jogar. A primeira habilidade da planeswalker obriga todo mundo a descartar uma carta, a segunda força um oponente específico a sacrificar uma criatura, e a última divide as permanentes do rival em duas pilhas para que ele escolha uma para ir direto para o cemitério. Cada turno com ela em campo exige que alguém abra mão de algo precioso.
3. Entomb
O cemitério funciona como uma segunda mão de cartas se você souber o que está fazendo, e Entomb é a ferramenta definitiva para isso. Custando apenas uma mana preta, essa mágica instantânea permite buscar qualquer carta do seu grimório e jogá-la diretamente no cemitério. Lançada originalmente em Odyssey no ano de 2001, ela virou a base absoluta para estratégias de reanimação, onde encontrar a criatura certa é muito mais importante do que comprá-la na sorte durante a compra padrão.
4. Reanimate

Nenhuma lista estaria completa sem o feitiço que transforma o cemitério em uma porta giratória para horrores cósmicos. Por apenas uma mana, Reanimate traz de volta qualquer criatura de qualquer cemitério direto para o seu lado do campo, cobrando apenas uma taxa em pontos de vida igual ao custo de mana convertido da criatura escolhida. É a definição perfeita de eficiência implacável, permitindo colocar ameaças imparáveis na mesa muito antes do oponente ter mana suficiente para reagir.
5. Liliana, the Wicked

Liliana, the Wicked é a personificação do caos e da crueldade absoluta no formato Commander, chegando ao jogo em 2019 com o set Ravnica: Claws of Temporal. Ela é uma das poucas cartas que permite que você use o cemitério de forma ofensiva e defensiva simultaneamente, forçando os oponentes a descartarem cartas e sacrificando suas próprias criaturas para ganhar vantagem. A habilidade de exilar cartas da mão do oponente e depois jogá-las de volta é um pesadelo para qualquer deck que dependa de recursos consistentes. Jogar com ela exige uma mentalidade de "quebre para consertar", pois você está constantemente manipulando o fluxo de jogo dos outros. É uma carta que define o meta de malícia e é essencial para quem gosta de ver os oponentes desesperados.
6. Gisa, Glorious Resurrector
Gisa, Glorious Resurrector é a rainha das ressurreições e uma das cartas mais temidas em qualquer jogo de Magic: The Gathering. Lançada em 2005 no set Saviors of Kamigawa, ela permite que você ressuscite qualquer criatura do seu cemitério pagando apenas uma mana preta, sem custo adicional. Isso significa que você pode trazer de volta ameaças colossais como Ghalta, Primal Hunger ou mesmo um oponente que acabou de ser derrotado, criando cenários de jogo absurdos. A habilidade de exilar a criatura quando ela morre novamente garante que ela não possa ser usada contra você. É uma carta que transforma o cemitério em uma arma de destruição em massa e é fundamental para decks de reanimação.
7. Liliana, Death Mage
Liliana, Death Mage é uma das primeiras cartas da saga de Liliana e uma das mais icônicas do jogo. Lançada em 2004 no set Coldsnap, ela é uma planeswalker que permite que você ressuscite criaturas do seu cemitério pagando uma mana preta e uma mana incolor. Além disso, ela tem uma habilidade que permite que você exile uma carta do seu cemitério e depois a jogue de volta, o que é extremamente útil para decks de reanimação. A habilidade de exilar uma carta da mão do oponente e depois jogá-la de volta é um pesadelo para qualquer deck que dependa de recursos consistentes. É uma carta que define o meta de malícia e é essencial para quem gosta de ver os oponentes desesperados.8. Liliana, Vampir
Liliana, Vampir é uma das cartas mais temidas do jogo e uma das mais icônicas da saga de Liliana. Lançada em 2004 no set Coldsnap, ela é uma planeswalker que permite que você ressuscite criaturas do seu cemitério pagando uma mana preta e uma mana incolor. Além disso, ela tem uma habilidade que permite que você exile uma carta do seu cemitério e depois a jogue de volta, o que é extremamente útil para decks de reanimação. A habilidade de exilar uma carta da mão do oponente e depois jogá-la de volta é um pesadelo para qualquer deck que dependa de recursos consistentes. É uma carta que define o meta de malícia e é essencial para quem gosta de ver os oponentes desesperados.9. Liliana, the Dark
Liliana, the Dark é uma das cartas mais temidas do jogo e uma das mais icônicas da saga de Liliana. Lançada em 2004 no set Coldsnap, ela é uma planeswalker que permite que você ressuscite criaturas do seu cemitério pagando uma mana preta e uma mana incolor. Além disso, ela tem uma habilidade que permite que você exile uma carta do seu cemitério e depois a jogue de volta, o que é extremamente útil para decks de reanimação. A habilidade de exilar uma carta da mão do oponente e depois jogá-la de volta é um pesadelo para qualquer deck que dependa de recursos consistentes. É uma carta que define o meta de malícia e é essencial para quem gosta de ver os oponentes desesperados.10. Liliana, the Vengeful
Liliana, the Vengeful é uma das cartas mais temidas do jogo e uma das mais icônicas da saga de Liliana. Lançada em 2004 no set Coldsnap, ela é uma planeswalker que permite que você ressuscite criaturas do seu cemitério pagando uma mana preta e uma mana incolor. Além disso, ela tem uma habilidade que permite que você exile uma carta do seu cemitério e depois a jogue de volta, o que é extremamente útil para decks de reanimação. A habilidade de exilar uma carta da mão do oponente e depois jogá-la de volta é um pesadelo para qualquer deck que dependa de recursos consistentes. É uma carta que define o meta de malícia e é essencial para quem gosta de ver os oponentes desesperados.A cor preta em Magic: The Gathering continua sendo a escolha favorita de quem gosta de vencer controlando o ritmo da partida e punindo cada vacilo do adversário. Seja sacrificando seus próprios exércitos para gerar valor absurdo ou buscando combos sujos no cemitério, essas cartas provam que a ambição e o egoísmo são ferramentas poderosas para garantir a vitória.

A comunidade de card games sempre debateu sobre qual cor traz a mecânica mais apelona para o formato Commander e outros modos competitivos. A versatilidade dessas mágicas garante que o meta esteja sempre em evolução, exigindo respostas rápidas e muita malícia dos jogadores durante os campeonatos.



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