Cara, segura esse hype porque a CD Projekt Red resolveu cavar o baú e trazer de volta um dos maiores RPGs de todos os tempos. Quando a gente achava que The Witcher 3: Wild Hunt já tinha entregue tudo o que podia, a empresa solta a bomba: teremos uma terceira expansão chamada Songs of the Past. Sim, você não leu errado, eles estão voltando para um jogo de mais de uma década para adicionar mais conteúdo, o que é simplesmente surreal.
Essa revelação oficial vai rolar durante a Opening Night Live da Gamescom 2026, então já marca no calendário para não perder. O mais insano é que a previsão de lançamento é para 2027, batendo a marca de 12 anos do lançamento original e 11 anos desde que a lendária Blood and Wine nos deixou boquiabertos com a região de Toussaint.

Para fazer esse milagre acontecer, a CD Projekt Red não está sozinha; eles estão co-desenvolvendo a expansão com a Fool's Theory, um time de veteranos da indústria que já botaram a mão no desenvolvimento do jogo original. Isso me deixa bem mais tranquilo, porque ter gente que conhece a alma do Geralt de Rívia no comando evita que a DLC vire um flop completo ou algo genérico.
Mas ó, não é só expansão velha não. O projeto Polaris, que é basicamente o The Witcher 4, continua firme e forte. Esse jogo vai inaugurar uma nova saga e está sendo construído do zero na Unreal Engine 5, o que é uma mudança drástica de engine para a CD Projekt Red. A previsão é que ele chegue, no mínimo, em 2025, já que a pré-produção começou lá em maio de 2022.

Enquanto isso, temos o projeto Sirius, que está nas mãos da The Molasses Flood. Aqui a coisa fica estranha: não vai ser aquele RPG de mundo aberto clássico que a gente ama. O jogo vai misturar elementos de single player com componentes multiplayer, permitindo que a galera jogue junta. A empresa disse que ele é focado em um "público mais amplo", o que geralmente é código para "não vamos fazer algo tão complexo quanto o 3", mas prometeram que não é um jogo pequeno e muito menos um jogo de celular.

E para quem sente saudade dos primórdios, o Remake do primeiro The Witcher (codinome Canis Majoris) também está no forno. Novamente com a Fool's Theory e usando a Unreal Engine 5, a ideia é recriar totalmente a experiência original, permitindo que a gente explore a capital de Teméria, Vizima, com gráficos de última geração. Deve ser o segundo ou terceiro jogo da empresa a ser lançado nos próximos anos.

Não podemos esquecer do Orion, a sequência de Cyberpunk 2077. Depois do caos no lançamento do primeiro, a CD Projekt Red está sendo cautelosa. O projeto será liderado pela CD Projekt Red North America e eles estão contratando como loucos, com a previsão de precisar entre 350 a 500 desenvolvedores para tirar o jogo do papel. É melhor demorarem mais do que lançarem algo bugado de novo.
E para fechar com chave de ouro, tem o Hadar, a primeira IP original da casa em 20 anos. Ainda está em fase conceitual e deve demorar eras para sair, mas a promessa é manter o DNA de RPGs AAA focados em narrativa. É aquele tipo de projeto que a gente comenta agora, mas provavelmente só vai jogar quando nossos consoles atuais já estiverem em museus.

Olhando esse cronograma todo, dá até tontura. A CD Projekt Red está tentando abraçar o mundo com cinco ou seis projetos massivos ao mesmo tempo. Meu medo é que esse excesso de ambição acabe gerando um nerf na qualidade final ou que a equipe entre em um burnout sinistro. Mas, se entregarem metade do que prometeram, teremos conteúdo para anos no PS5, Xbox Series X e PC.
Se você quer ficar por dentro de tudo o que rola no mundo dos games, não esquece de acompanhar nossas Notícias aqui no portal. Já estou imaginando como vai ser revisitar o mundo do The Witcher 3 em 2027 com a tecnologia de hoje. Será que a Steam](/?q=Steam) vai aguentar a carga de downloads no dia do lançamento? Só a gente sabe o tamanho desse hype!



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