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Fãs ficam furiosos com final polêmico de Lanterns e detonam novo DCU

Cara, a gente sabe que começar um universo compartilhado novo é sempre um campo minado, mas a HBO Max resolveu jogar uma granada no meio da sala logo no primeiro episódio de Lanterns. O hype estava lá no alto para ver a dinâmica dos Lanternas Verdes, mas o que rolou no final do episódio 1 deixou a comunidade em chamas, e não é do jeito bom. Se você esperava aquela introdução heróica e linear, sinto informar que a série decidiu ir por um caminho completamente caótico que já dividiu a fanbase entre quem amou o risco e quem quer deletar a série da existência.

O problema todo começa com um salto temporal abusado. A trama nos joga de 2016 para 2026, e é aí que o choque acontece: a gente encontra o cadáver de Hal Jordan jogado em um campo de futebol. Para piorar a situação, o anel dele sumiu e o John Stewart não está com a joia. Ver um dos maiores ícones da DC transformado em um corpo sem vida logo na estreia foi como levar um nerf brutal no ânimo de qualquer fã que queria ver o herói em sua glória máxima.

Imagem Cena de Garbage Universe That Disrespects 1

As redes sociais viraram um verdadeiro campo de batalha. Tem gente chamando a produção de "universo de lixo" e acusando o James Gunn de desrespeitar a essência dos personagens. Um fã bem revoltado chegou a dizer que desistiu de Lanterns e de todo o novo DCU por causa disso, alegando que começar a era com a morte do Hal Jordan é simplesmente patético. A galera não está aceitando bem a ideia de que, no tempo presente da história, o herói esteja realmente morto.

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Mas não é só a morte que está incomodando. A representação do Hal Jordan nesta série está bem longe do que vemos nos quadrinhos clássicos. Aqui, ele aparece mais velho, cínico e, para completar o pacote de depressão, é um alcoólatra. Muita gente sente que transformaram heróis lendários em "viciados deploráveis e solitários", o que tira toda a aura de esperança que a Tropa dos Lanternas deveria passar. Para muitos, isso não é profundidade, é apenas forçar a barra para parecer "adulto".

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Do outro lado da moeda, o showrunner Chris Mundy defendeu a escolha em entrevista, dizendo que precisavam de um mistério que fosse emocionalmente devastador para o John Stewart e para o público. A ideia era criar um peso real, fazendo a gente tentar desvendar a matemática de como o personagem chegou naquele estado. É aquele tipo de aposta arriscada: ou a série vira um marco de narrativa ou flopou miseravelmente por tentar ser profunda demais onde não precisava.

Tem quem argumente que a dinâmica de "dupla de policiais espaciais" precisa dos dois parceiros vivos para funcionar, e que matar um deles logo de cara destrói a base da série. É um risco enorme, porque agora todo o peso cai sobre o John Stewart. Se a química entre eles era o que sustentaria a obra, a HBO Max pode ter cortado a corda antes mesmo do balão subir. A sensação é de que tentaram fazer um shock value barato para gerar engajamento.

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Porém, como estamos falando de ficção científica e de um universo onde existem alienígenas que mudam de forma e hologramas, a galera mais otimista está criando teorias. Muitos acreditam que aquele corpo não é o verdadeiro Hal Jordan ou que há alguma pegadinha temporal envolvida. Se for esse o caso, a série está jogando um jogo perigoso de enganar o espectador, mas se for verdade que ele morreu mesmo, a DC vai ter que se esforçar muito para recuperar a confiança dos fãs.

Olhando para o cenário geral, isso parece ser mais um capítulo da luta eterna entre a visão artística dos novos diretores e a vontade do público. Nós aqui nas Notícias acompanhamos muita coisa, e esse tipo de decisão costuma ou salvar a série transformando-a em algo único, ou enterrá-la no esquecimento por causa da rejeição massiva. A verdade é que a morte de um personagem tão central logo no início é um movimento ousado, mas que beira a imprudência.

No meu ver, a série tentou ser inteligente demais. Transformar o Hal Jordan em um triste alcoólatra e depois matá-lo pode até servir para o arco de redenção do John Stewart, mas ignora o fato de que as pessoas querem ver heróis sendo heróis. Se você quer drama pesado, tem muita coisa por aí; em uma série de super-heróis, a gente quer aquele sentimento de poder e justiça, não um relatório de necropsia.

No fim das contas, Lanterns conseguiu o que queria: todo mundo está falando dela. Agora ainda não se sabe se esse barulho vai se transformar em audiência fiel ou se a série vai virar apenas mais um exemplo de como não manejar personagens icônicos. Se você curte ver a DC tentando reinventar a roda (mesmo que a roda saia quadrada), vale a pena assistir, mas vá com a expectativa baixa para não passar raiva.

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* DCU and you don't have Hal Jordan * Green Lantern-themed profile * It definitely isn’t honoring the comics
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