Bora falar de coisa boa! Se você, assim como eu, ficou com aquele gostinho de 'quero mais' depois de explorar cada centímetro de Final Fantasy VII Rebirth, segura a expectativa porque o final dessa jornada épica já está tomando forma. A Square Enix finalmente soltou a voz através do diretor Naoki Hamaguchi, e o papo é reto: o encerramento da trilogia, chamado de Final Fantasy VII Revelation, vai entregar um mapa ainda mais colossal do que o anterior. Sim, você leu certo, o hype agora é para um mundo ainda maior, mas com uma pegada bem diferente para não transformar a experiência em um trabalho cansativo.
O grande medo de qualquer gamer hoje em dia é a tal da "fadiga de mundo aberto". Sabe aquele sentimento de que o jogo virou uma lista de tarefas infinita e que você está apenas preenchendo ícones num mapa para sentir que progrediu? Pois é, o Hamaguchi admitiu que esse conceito é fundamental para ele. Ele sabe que jogar um título onde você é simplesmente jogado num universo vasto sem saber para onde ir pode ser frustrante pra caramba, e é exatamente isso que a equipe quer evitar em Final Fantasy VII Revelation, garantindo que a gente não sinta que o jogo flopou no quesito ritmo.

A ideia aqui é criar um equilíbrio surreal entre a liberdade de exploração e a necessidade de direção. O diretor deixou claro que a filosofia aplicada em Final Fantasy VII Rebirth — aquela de deixar bem explícito a quantidade de conteúdo disponível e o nível de dificuldade de cada desafio — será levada ao extremo no novo capítulo. Para quem curte jogar no PlayStation, a promessa é que a imersão seja total, mas sem que a gente se sinta perdido num mar de quests irrelevantes que só servem para esticar a duração do game.

Um detalhe que me chamou a atenção foi a menção ao Highwind. O Hamaguchi deu um spoiler de que a nave aérea terá um papel crucial na movimentação, e que a orientação dos jogadores será feita de forma orgânica. Imagina só: você vai ter que confiar na sua própria memória e percepção para aterrissar no lugar certo ao saltar da nave. Isso é genial porque tira aquela mãozinha do desenvolvedor que te guia o tempo todo com setas brilhantes, mas ainda assim mantém você no caminho certo para a história principal, evitando que a exploração se torne um tédio.

Sobre a parte técnica e lançamentos, a previsão é que o jogo chegue no início de 2027. E ó, a lista de plataformas está pesada: teremos o jogo no PC, no PS5, no Xbox Series X | S e, para a surpresa de muita gente, no Nintendo Switch 2. Ver a Square Enix apostando no novo hardware da Nintendo mostra que eles querem alcançar o maior público possível para esse grand finale. Se você joga no PC, já pode começar a pensar se o seu setup vai aguentar o tranco de um mundo ainda maior e mais denso que o de Rebirth.

Claro que não dá para falar de Final Fantasy VII Revelation sem mencionar o embate final. O foco total está em amarrar todas as pontas soltas da trama e entregar a conclusão definitiva da luta de Cloud, Tifa, Barret e todo o grupo contra o onipresente Sephiroth. A expectativa é que a narrativa seja muito mais densa agora, aproveitando que o mundo é maior para criar momentos de tensão e escala que a gente ainda não viu na trilogia. Nada de enrolação; queremos ver o destino de Gaia ser decidido com a pompa que a franquia merece.
Além do mapa e da história, a Square Enix também está de olho nos feedbacks sobre os mini-games. Todo mundo sabe que Rebirth estava entupido de atividades secundárias, e enquanto alguns amaram, outros acharam que exageraram no buff de conteúdo. Hamaguchi mencionou que houve ajustes nesses sistemas para que eles complementem a jornada em vez de interrompê-la. E para quem gosta de especular, já existem vazamentos sugerindo que um passe de expansão com DLCs pode estar no forno, o que daria ainda mais vida ao jogo pós-lançamento.

No fim das contas, o que a gente quer é que Final Fantasy VII Revelation seja a obra-prima que encerre esse ciclo com chave de ouro. A promessa de um mundo maior, porém mais inteligente e bem guiado, é música para os meus ouvidos. Se eles conseguirem entregar essa liberdade sem nos soterrar em tarefas repetitivas, teremos um dos maiores RPGs da década em mãos. A régua subiu muito com os jogos anteriores, e agora a pressão está toda no colo da Square Enix.
Eu, particularmente, estou bem otimista. Ver a preocupação da direção com a "fadiga" mostra que eles estão ouvindo a comunidade e não querem apenas entregar um mapa gigante por marketing. Se o combate continuar evoluindo e a exploração for gratificante, 2027 será o ano do RPG. Agora é respirar fundo, ter paciência e esperar que as próximas novidades tragam mais detalhes sobre a gameplay e, quem sabe, um trailer matador para fechar o coração de qualquer fã de Final Fantasy.



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