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Gundam da Netflix promete ser épico romance espacial com Sydney Sweeney

Se você é fã de robôs gigantes e tretas intergalácticas, segura o coração porque o live-action de Gundam da Netflix finalmente está saindo do papel. A gente sabe que esse projeto está engavetado ou mudando de rumo desde 2018, o que geralmente é um sinal vermelho para qualquer fã, mas as novidades recentes trazem um hype renovado. A produção, que conta com a parceria da Legendary Entertainment e da Bandai Namco, promete transformar a icônica franquia de mechas em algo grandioso para as telinhas.

Para dar peso ao elenco, a Netflix escalou nomes de peso como Sydney Sweeney e Noah Centineo, que prometem carregar a carga dramática da história. Até agora, os detalhes sobre a trama eram quase inexistentes, deixando a comunidade no escuro sobre se teríamos uma adaptação fiel ou algo completamente inventado. Mas agora, o véu começou a cair e a promessa é de que não teremos apenas metal batendo em metal, mas sim uma carga emocional pesada conduzida por esses protagonistas.

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Em uma participação no podcast Happy Sad Confused, o ator Noah Centineo soltou a bomba: o filme será um "épico de ação e romance espacial". Ele chegou a descrever a trama como um "Romeu e Julieta não-shakespeariano no espaço", o que, para quem não está ligado, significa que teremos aquele clichê delicioso de amantes proibidos em lados opostos de uma guerra geracional. Se isso for bem executado, pode dar a profundidade necessária para que o filme não seja apenas um desfile de CGI caro, mas sim uma história que pegue o público.

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Outro ponto fundamental que deixou a galera maluca foi a confirmação de que a história se passa no Universal Century. Para os novatos, essa é a linha do tempo original e mais emblemática de toda a franquia, onde rola a guerra sangrenta entre a Federação Terrestre e o Principality of Zeon. Escolher esse cenário é um movimento ousado da Netflix, pois coloca o filme sob a lupa dos fãs mais puristas, mas ao mesmo tempo garante que a base da lore esteja presente para dar sustentação ao roteiro.

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Sobre a parte visual, lembramos que em 2021 vazaram artes conceituais que mostravam o lendário RX-78-2, o robô que deu início a tudo. Naquela época, o diretor era Jordan Vogt-Roberts, mas as coisas mudaram e agora quem assume o comando é Jim Mickle. Trocas de direção no meio do caminho costumam ser perigosas e podem fazer o projeto flopar, mas vamos torcer para que a visão de Mickle consiga equilibrar a escala colossal dos mechas com a intimidade do romance espacial prometido.

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O elenco não para por aí e ainda teremos a presença de Jason Isaacs, conhecido por Star Trek: Discovery, e Michael Mando, que já brilhou em produções da Marvel. Ter atores com essa bagagem ajuda a dar credibilidade ao projeto, especialmente em um gênero onde é muito fácil cair no exagero ou na falta de carisma. As filmagens foram encerradas no final de julho, então agora entramos na fase de pós-produção, onde o destino do filme será decidido nos efeitos especiais.

Além do filme, o ecossistema de Gundam está fervendo com outros anúncios que nós aqui da Gamer Elite estamos de olho. Teremos uma nova série animada chamada Mobile Suit Gundam RG XARX-ZERO chegando em 2027, e para quem prefere controlar a máquina, o jogo Gundam Rogue Orbit chega no ano que vem. Esse jogo promete ser uma experiência de ação intensa onde você caça robôs gigantes, e provavelmente será um hit no PlayStation e no PC.

Para quem gosta de ficar por dentro de tudo que rola no mundo dos games e do entretenimento geek, basta acompanhar nossas Notícias para não perder nenhum detalhe. A expectativa agora é que a Netflix solte um trailer oficial em breve para mostrar se os robôs realmente têm a imponência que a gente espera ou se vai parecer um vídeo de game antigo com filtros. O risco é alto, mas a recompensa de ver um Gundam bem feito no cinema seria absurda.

No fim das contas, a pergunta que fica é se a Netflix consegue fugir da maldição dos live-actions de animes. Já vimos muita coisa que prometia o mundo e entregou um desastre total, mas a escolha do Universal Century e a aposta no drama romântico podem ser a chave para conquistar tanto os veteranos quanto o público geral. Se acertarem a mão na escala dos mechas e na química entre Sydney Sweeney e Noah Centineo, teremos um marco no sci-fi moderno.

Meu veredito é de cautela, mas com um pingo de esperança. Mechas são difíceis de adaptar sem parecerem ridículos ou artificiais demais, e a dependência total de CGI pode ser um problema. Porém, com a estrutura de "Romeu e Julieta" no espaço, o filme ganha um coração que muitos blockbusters esquecem. Agora é sentar e esperar que a Bandai Namco tenha fiscalizado cada parafuso desses robôs para não nos entregar algo genérico.

Links Úteis

* Talking on the Happy Sad Confused podcast

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