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Gwent está de volta! CD Projekt Red confirma retorno do vício em Songs of the Past

Papel e caneta na mão, ou melhor, cartas na mesa, porque o hype acabou de subir para níveis estratosféricos. Se você é daqueles que ignorava as missões principais de The Witcher 3: Wild Hunt só para conseguir todas as cartas raras de cada taverna do mapa, pode começar a comemorar. A CD Projekt Red finalmente confirmou que a nova expansão, chamada Songs of the Past, vai trazer mais conteúdo de Gwent, o mini-game que, para muitos de nós, se tornou o jogo principal dentro do RPG.

Cara, é impressionante como um jogo de cartas consegue prender a gente tanto assim. Quando The Witcher 3: Wild Hunt estourou lá em 2015, a gente já sabia que a história do Geralt era absurda e que a dublagem era impecável, mas o Gwent foi o tempero que transformou o game em um vício sem fim. A mecânica de blefe, a montagem estratégica do deck e aquela satisfação de aniquilar o oponente com uma jogada mestre fizeram com que a CD Projekt Red transformasse a brincadeira em um spin-off standalone em 2017 e até em um jogo de tabuleiro físico em 2025.

Imagem Cena de The Witcher 3 Songs 1

A confirmação dessa volta não veio em um trailer cinematográfico pomposo, mas do jeito que a gente gosta: na interação direta. O Marcin Łukaszewski, que cuida da comunidade e redes sociais da CD Projekt Red, simplesmente mandou um "Confirmado!" no X/Twitter ao responder um fã que implorava por mais cartas na expansão. É aquele tipo de resposta curta e grossa que deixa a comunidade maluca e prova que os desenvolvedores sabem exatamente onde está o coração dos jogadores.

Para quem está chegando agora ou esqueceu, a última expansão de peso, Blood and Wine, saiu lá em 2016. Sim, estamos falando de um hiato de mais de dez anos entre grandes adições de conteúdo para o título original. Quando Songs of the Past finalmente aterrissar no PC, PS5 e Xbox Series X em 2027, a espera terá sido torturante, mas a promessa de novas mecânicas de cartas torna tudo suportável. É bizarro pensar que um jogo tão antigo ainda consiga gerar esse nível de engajamento.

Imagem Cena de The Witcher 3 Songs 2

Mas ó, não pensem que o game vai virar apenas um simulador de cartas. A CD Projekt Red deixou claro que Songs of the Past é um add-on de peso para a narrativa. O estúdio soltou a bomba de que essa expansão servirá como um prólogo para o futuro da franquia. Ou seja, enquanto a gente joga umas partidinhas de Gwent, estaremos recebendo pistas e contextos cruciais para o que vem por aí na cronologia do universo de The Witcher. É a estratégia perfeita para reaquecer os motores.

E falando em futuro, a cereja do bolo é que o The Witcher 4 já está nos trilhos para ser lançado em 2028. A empresa está jogando um xadrez mental com a gente, lançando uma expansão massiva para o jogo antigo para criar a ponte perfeita para o novo título. É muito melhor do que simplesmente soltar um jogo novo do nada; eles estão construindo o caminho, garantindo que a gente lembre por que ama esse mundo antes de mergulharmos na nova saga.

Imagem Cena de The Witcher 3 Songs 3

Agora, o próximo passo é ficar de olho na Gamescom 2026. A CD Projekt Red já avisou que vai soltar mais detalhes durante a Opening Night Live. Se eles tiverem a decência de mostrar um trailer de gameplay com as novas cartas e as novas regiões de Songs of the Past, eu juro que instalo o game no meu PC agora mesmo só para ir treinando a memória.

Meu pitaco sincero? Se eles conseguirem manter a densidade de missões de Blood and Wine e ainda adicionarem um meta novo para o Gwent, essa expansão tem tudo para não flopar e ser recebida como um presente. A gente sabe que a CD Projekt Red teve seus altos e baixos recentemente, mas quando o assunto é o mundo de The Witcher, eles costumam entregar ouro. É aquele tipo de conteúdo que prova que um bom design de jogo é atemporal.

Imagem Cena de The Witcher 3 Songs 4

No fim das contas, voltar a controlar o Geralt, caçar uns monstros e depois sentar numa taverna para roubar as cartas de um NPC qualquer é a definição de terapia gamer. Não importa se o jogo tem 10 ou 20 anos; se a atmosfera for a mesma e o desafio do Gwent for real, a gente vai estar lá, gastando horas tentando montar o deck perfeito.

Estou genuinamente atento para ver como esse prólogo vai conectar os pontos. Se a narrativa for tão densa quanto a do jogo base, teremos material para debater em fóruns por anos. Agora é só segurar a expectativa, torcer para que não haja adiamentos e preparar a banca para as apostas em 2027. Notícias como essa são o que mantêm a chama do RPG clássico acesa.

The Witcher 3: Wild Hunt
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The Witcher 3: Wild Hunt

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