Shooters

Mick Gordon revela que voltaria para a franquia Doom sob certas condições

A indústria dos videogames é repleta de reviravoltas dramáticas, mas poucas foram tão intensas quanto o embate jurídico e criativo entre a id Software e o genial compositor Mick Gordon. Conhecido por revolucionar o gênero de Shooters moderno com sua mistura visceral de metal industrial e sintetizadores em Doom (2016) e Doom Eternal, o artista australiano recentemente abriu o coração sobre a possibilidade de voltar a trabalhar na icônica franquia da Bethesda. Para a alegria dos fãs que idolatram as faixas brutais que embalam a carnificina contra demônios nas plataformas PC, Xbox Series X e PlayStation 5, a porta para uma futura colaboração não está totalmente trancada, embora o caminho seja árduo e repleto de obstáculos burocráticos e pessoais.

1. Doom (2016)

Doom (2016)

Apesar de todos esses conflitos trabalhistas e contratuais, a paixão criativa de Mick Gordon pelo universo de Doom nunca diminuiu de verdade. O artista revelou durante sua entrevista que ainda possui um caderno repleto de ideias inovadoras e direções musicais inéditas que gostaria de ter explorado na franquia, o que deixa qualquer entusiasta de trilhas sonoras de games imaginando o nível de destruição sonora que poderíamos testemunhar em um hipotético novo título. É inegável que a identidade sonora construída pelo compositor se tornou sinônimo da própria franquia, funcionando quase como um protagonista mudo que dita o ritmo frenético e a adrenalina pura exigida pelo gameplay acelerado da série de tiro em primeira pessoa.

2. Doom Eternal

Doom Eternal

Durante uma aparição recente no evento **PAX

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