MMORPG

Monster Fantasy quer unir caça a monstros e vida relaxante em um  jogo

Sabe aquela sensação de querer jogar algo frenético, com batalhas épicas, mas ao mesmo tempo sentir que seu cérebro precisa de um descanso total com algo bem relaxante? Pois é, a indústria de games está nessa onda de misturar gêneros que, no papel, parecem não ter nada a ver um com o outro. Às vezes a coisa vira uma bagunça, mas quando acerta, a gente tem aquele tipo de jogo que suga todas as nossas horas livres sem dó. É exatamente esse o caminho que o Monster Fantasy quer trilhar.

Nós aqui da Gamer Elite ficamos de olho nesse projeto que está sendo desenvolvido pela Jotoyo, um estúdio chinês com uma equipe enxuta de apenas 20 pessoas. O plano deles é ambicioso: criar um multiplayer RPG que funde a adrenalina de caçar monstros gigantes com a paz de um simulador de vida cozy e a satisfação de domesticar bichinhos. Se eles conseguirem equilibrar tudo isso sem que o jogo vire um carnaval de mecânicas mal acabadas, temos um potencial hype absurdo nas mãos.

No coração do gameplay, temos a parte da caça. Imagina aquele clima de Monster Hunter, onde você precisa rastrear criaturas imensas, estudar os padrões de ataque e montar uma estratégia para não ser esmagado em cinco segundos. É a parte do jogo feita para quem gosta de desafio, de sentir que o equipamento foi buffado na medida certa para enfrentar o próximo chefe. A sensação de derrubar um colosso depois de uma luta exaustiva é algo que nunca sai de moda.

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Mas não é só sair por aí batendo em tudo que se move. O Monster Fantasy traz a mecânica de *critter taming*, ou seja, você pode domesticar essas criaturas. Isso muda completamente a dinâmica, porque você deixa de ver o monstro apenas como um saco de loot e passa a vê-lo como um parceiro de aventura. Imagino que isso vá abrir margem para builds malucas e combinações de habilidades que podem facilitar demais a vida do jogador ou criar combos devastadores em modo cooperativo.

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Agora, é aqui que a coisa fica interessante: a vida na vila. Quando você cansa de levar pancada de dragão por aí, pode voltar para a sua comunidade e focar no lado cozy. Estamos falando de construir sua casa, decorar seu espaço e interagir com outros jogadores de um jeito bem mais tranquilo. É aquele respiro necessário para não fritar o cérebro entre uma raid e outra, transformando o jogo em um ecossistema completo onde você vive, trabalha e luta.

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Obviamente, por ser um título multiplayer, a interação social é o que vai ditar se o jogo vai engrenar ou se vai flopar depois de um mês. A ideia de montar vilas cooperativas e sair em grupos para caçadas massivas é o que move qualquer MMORPG de sucesso. Se a Jotoyo conseguir criar um senso de comunidade forte e recompensas que façam sentido tanto para o caçador hardcore quanto para o jogador casual que só quer plantar couve e fazer carinho em monstros, eles terão um hit.

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Por outro lado, a gente sabe que equipe pequena tentando fazer jogo gigante é sempre um risco. Vinte pessoas é pouquíssima gente para sustentar um mundo aberto com tantas camadas de gameplay. O medo é que, na tentativa de fazer tudo, eles acabem entregando mecânicas rasas ou um mundo vazio que não sustenta o interesse a longo prazo. A gente quer profundidade, queremos sistemas de crafting complexos e uma IA de monstros que não seja burra, senão o jogo vira apenas mais um simulador de clique.

Mesmo com as ressalvas, é impossível não ficar animado com a proposta. Ver a mistura de gêneros evoluindo mostra que os desenvolvedores estão ouvindo o que a gente gosta. Quem não quer a tensão de uma luta contra um boss de 4K e 60fps seguida por uma tarde chuvosa decorando a sala da sua cabana na floresta? É a dualidade perfeita para quem tem a vida corrida e quer fugir da realidade.

No fim das contas, o Monster Fantasy está tentando pescar dois públicos diferentes e fundi-los em um só. Se a execução for polida e a progressão não for um grind insuportável, pode ser que tenhamos um novo vício para as próximas temporadas. Vamos torcer para que a Jotoyo tenha a visão necessária para lapidar esse diamante bruto e entregar algo que realmente mude a dinâmica dos RPGs modernos.

Fica a expectativa para vermos mais trailers de gameplay real e, quem sabe, um beta aberto para a galera testar a estabilidade dos servidores no PC, PS5 ou Xbox Series X. Por enquanto, a promessa é tentadora e o conceito é sólido. Agora é sentar, esperar e torcer para que o resultado final seja tão fantástico quanto o nome sugere.

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