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Once Human inicia último beta aberto para consoles: a hora de testar chegou!

Fala, galera! Se você é daqueles que não consegue largar o controle do PS5 ou do Xbox e tá procurando algo realmente fora da curva pra jogar, presta atenção aqui. A NetEase resolveu abrir as portas de Once Human praquele último teste geral antes do lançamento oficial, e o negócio é, no mínimo, bizarro. Não estamos falando de mais um jogo de sobrevivência genérico, mas de algo que tenta misturar tiro e terror surrealista de um jeito bem peculiar.

A gente já viu centenas de jogos de sobrevivência que prometem o mundo e entregam um simulador de bater pedra, mas esse aqui tem uma pegada de design que me deixou genuinamente curioso. O beta aberto já está rolando e vai durar até o dia 8 de julho, então não tem desculpa pra ficar de fora dessa trip. É a chance final de sentir o clima do jogo antes que ele chegue para todo mundo, então é hora de ver se o hype se sustenta.

Para quem ainda não tá por dentro, Once Human é basicamente um shooter de sobrevivência multiplayer onde tudo é meio 'estranho'. Você não tá lutando contra zumbis genéricos, mas contra aberrações que parecem ter saído de um pesadelo febril, com designs que desafiam qualquer lógica. O loop de gameplay mistura exploração intensa, construção de base e, claro, muita porrada para garantir que você não vire comida de monstro.

Imagem Cena de <strong>Once Human</strong> kicks off 1

A NetEase está focando pesado na estabilidade dos consoles agora, e esse último beta é a chance de ouro pra ver se o jogo roda liso ou se vai dar aquele lag infernal que mata qualquer animação. É aquele momento crítico onde os desenvolvedores tentam ajustar o balanceamento pra que ninguém chegue no lançamento com um item completamente quebrado que nerfa todo o resto do jogo. Se os servidores aguentarem o tranco, teremos um lançamento sólido.

Uma das coisas que mais me chama a atenção é a liberdade de customização e a construção de bases. Não é só colocar quatro paredes e um teto; o sistema é robusto e permite criar estruturas que realmente fazem sentido no mundo distorcido do jogo. Só espero que o sistema de invasão não seja aquele tipo de coisa que faz você perder tudo enquanto dorme, porque aí o jogo flopou pra mim na hora, pois ninguém merece perder horas de trabalho num piscar de olhos.

Imagem Cena de <strong>Once Human</strong> kicks off 2

Jogar isso no Xbox Series X ou no PS5 traz uma vantagem visual óbvia, com texturas mais nítidas e cenários que conseguem passar essa sensação de desolação e estranheza. Se a performance entregar 60fps constantes e uma resolução em 4K, teremos um prato cheio para quem curte imersão total. Nada pior do que um jogo de mundo aberto que engasga quando você entra em áreas com muitos elementos ou cidades grandes.

A dinâmica de combate parece ser bem fluida, misturando armas de fogo com elementos do ambiente e habilidades específicas. O desafio aqui não é só ter a melhor arma do servidor, mas saber gerenciar seus recursos enquanto lida com criaturas que não seguem a lógica comum. É aquele tipo de experiência que exige que você aprenda as mecânicas rápido ou seja devorado em segundos por algo que nem sabe de onde veio.

Imagem Cena de <strong>Once Human</strong> kicks off 3

O prazo é curto, hein? Até 8 de julho a galera tem que testar tudo o que for possível para reportar bugs e dar feedback. Geralmente, esses últimos betas servem para limpar os erros mais grotescos e garantir que a economia do jogo não esteja totalmente desregulada. Se você curte aquele estilo de jogo onde você começa com nada e termina como um deus do apocalipse, esse é o caminho certo.

A comunidade de shooters costuma ser bem exigente, e a NetEase sabe disso. O jogo tenta se distanciar dos clones de Rust ou Ark trazendo essa estética 'New Weird', que é bem mais interessante visualmente. Se eles conseguirem manter a atmosfera pesada e o mistério sobre o que diabos aconteceu com o mundo, teremos um potencial sucessor para os grandes títulos do gênero de sobrevivência.

Imagem Cena de <strong>Once Human</strong> kicks off 4

No fim das contas, a grande pergunta é se a progressão vai ser gratificante ou se vai virar aquele 'grind' infinito e chato que a gente odeia em jogos modernos. Eu espero que a curva de aprendizado seja justa e que as recompensas por explorar as áreas mais perigosas realmente valham o risco. Se o loot for satisfatório e as armas tiverem impacto, a gente vai passar horas e horas grudado na tela.

Meu veredito preliminar é: baixem agora. Mesmo que você não seja fã ávido de sobrevivência, a bizarrice de Once Human é um tempero que faz falta em muitos jogos atuais. É uma oportunidade gratuita de experimentar algo diferente antes que a poeira baixe e o jogo chegue oficialmente às lojas, permitindo que você já comece com a mentalidade de quem conhece o terreno.

Se você perder esse prazo de 8 de julho, vai ter que esperar o lançamento final, e aí já vai estar todo mundo com base gigante e arma laser enquanto você ainda tá batendo pedra. Então corre lá no seu console, baixa esse pacote e vê se aguenta a pressão desse mundo distorcido. Só não digam que eu não avisei quando virem todo mundo falando disso no Twitter!

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