Se você acha que Goblins são apenas aquelas criaturas chatas que servem de bucha de canhão no início do jogo, você está redondamente enganado. Nós aqui da Gamer Elite sabemos que, no formato Commander, a tribo dos Goblins evoluiu de simples incômodos para máquinas de guerra explosivas e absurdamente sinérgicas. Com a chegada do set de The Hobbit, a Wizards of the Coast injetou sangue novo e linhagens reais aterrorizantes que fazem qualquer jogador de decks control triggering ter pesadelos.
Antigamente, a estratégia era simples: jogar o máximo de 1/1 possível e torcer para que a quantidade superasse a qualidade, aceitando que metade do seu exército ia pro cemitério em dois turnos. Mas o meta moderno do MTG exige muito mais do que um bando de malucos correndo com tochas. Agora o negócio é montar sistemas azeitados, combos fechados e escolher comandantes que saibam transformar um monte de sucata em uma condição de vitória inevitável. Se liga nessa lista que preparamos para você parar de flopar e começar a atropelar a mesa.




O Goro-Goro é aquele comandante que dá a mobilidade que os Goblins precisam. Ele permite que você desvire criaturas, o que é essencial para quem quer atacar e ainda manter defensores ou usar habilidades de ativação no mesmo turno. É uma carta versátil que evita que seu deck fique travado após um ataque total, garantindo que a pressão nunca pare.
A simplicidade vence aqui. O Goblin Chieftain dá Haste e +1/+1 para toda a tribo. Pode parecer básico, mas em um formato onde a velocidade é tudo, ter criaturas que entram batendo com bônus de status é a diferença entre ganhar no turno 5 ou ser nerfado por um board wipe. É o pilar de qualquer deck agressivo.

A Skaana oferece um controle de campo interessante e a capacidade de gerar valor a longo prazo. Ela não é tão explosiva quanto os Krenkos da vida, mas garante que você tenha recursos para continuar jogando mesmo após perdas pesadas, funcionando como um motor de sustain para a horda.
Uma versão mais moderna e focada em crescimento do clássico. O Krenko, Tin Street Kingpin escala conforme você ataca, tornando-se uma ameaça que cresce exponencialmente. Ele é excelente para decks que querem misturar o aggro clássico com algumas condições de vitória baseadas em poder de ataque.
A Zada é, sem dúvida, uma das comandantes mais quebradas se você souber montar o deck. Ela replica feitiços de alvo único para todos os seus Goblins. Imagine conjurar um buff de +2/+2 e vê-lo ser aplicado em 10 criaturas de uma vez. É o tipo de jogada que faz a galera querer desistir da partida na hora.
O Muxus é o rei do valor. Ele simplesmente "caça" Goblins no seu deck e os coloca direto no campo de batalha. A capacidade de pular a etapa de compra e colocar ameaças imensas na mesa de uma só vez cria um swing de jogo absurdo que poucas decks conseguem responder a tempo.
O clássico dos clássicos. O Krenko, Mob Boss é a definição de crescimento exponencial. Um toque dele e você dobra seu exército; dois toques e você tem a população de uma cidade pequena na mesa. Ele é a razão pela qual muitos jogadores odeiam enfrentar Goblins em Notícias de torneios de Commander.
O Goblin King traz a liderança necessária, dando bônus de ataque e a habilidade de remover o bloqueio de criaturas menores. Ele transforma seus 1/1 em ameaças reais que conseguem passar pelas defesas adversárias sem serem barradas por tokens inúteis.
Se o Mob Boss era perigoso, este aqui é um desastre natural. A capacidade de gerar tokens em escala massiva torna o Krenko, the Magnificent uma ameaça de nível Mítica que exige remoção imediata, ou você estará jogando contra 40 Goblins no turno seguinte.
Com a nova expansão, surgiram variantes de comandantes focados em táticas de emboscada e túneis. Essas novas lendas permitem que Goblins entrem e saiam do campo com custos reduzidos, tornando a horda quase impossível de ser erradicada completamente.
No topo do ranking, não temos apenas uma carta, mas a estratégia de híbridos que utiliza as cores do PC (metáfora para a versatilidade) do formato. O topo do meta atual combina a geração de tokens do Krenko com a busca de cartas do Muxus, criando um deck que não apenas inunda a mesa, mas garante que as melhores peças estejam sempre lá. É a build definitiva para quem quer dominar o cenário.
Para quem quer montar esses decks e jogar online sem lag, a dica de ouro é usar o ExitLag. Nada pior do que tentar conjurar um feitiço global com a Zada e o jogo travar bem na hora do hype. Usando o cupom CAVERNA, você garante 50% OFF no plano anual e mais 3 meses bônus, deixando sua conexão tinindo para jogar no Steam ou em qualquer outra plataforma.
No fim das contas, jogar de Goblins é para quem gosta de caos. É um estilo de jogo arriscado, muitas vezes dependente de não levar um \"estalar de dedos\" do Thanos (ou um Wrath of God), mas a satisfação de ver a mesa ser soterrada por 50 criaturas vermelhas é impagável. Se você quer diversão pura e zero paciência para táticas lentas, esse é o seu caminho.
O meta de Magic: The Gathering continua girando e as tribos evoluem, mas os Goblins sempre serão a prova de que a quantidade, quando bem coordenada, vence a qualidade. Agora é só escolher seu comandante favorito, montar sua horda e partir para o ataque!



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