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Ragnarok: The New World Estreia com Mundo Aberto e a Nova Classe Druid

Se você é das antigas, sabe que Ragnarok é quase uma religião para quem viveu a era de ouro dos MMORPG. Agora, a Gravity Game Vision (GGV) resolveu chutar o balde e lançou Ragnarok: The New World no Sudeste Asiático, prometendo algo que a gente nunca viu na série: um mundo aberto de verdade. É aquele tipo de hype que deixa qualquer veterano com o coração acelerado, mas também com aquele pé atrás para ver se a promessa se sustenta no gameplay.

O jogo já caiu na rede para PC, Android e iOS, mas quem estava esperando a versão de Steam vai ter que segurar a expectativa. A plataforma está fazendo aquele processo de revisão eterno, o que adiou a chegada por lá. Mas ó, quem não quer esperar pode baixar o client oficial direto no site da empresa e já começar a grindar agora mesmo, sem frescura.

Imagem Cena de O Primeiro Ragnarok em 1

Uma das paradas mais absurdas desse título é a liberdade que deram para a build do personagem. Esqueça aquele trauma de distribuir os pontos de atributo errado e ter que resetar tudo gastando uma fortuna; aqui a redistribuição de atributos e habilidades é ilimitada. Isso é um buff gigante para quem gosta de experimentar diferentes estilos de jogo sem medo de flopar o personagem no meio da jornada.

Imagem Cena de O Primeiro Ragnarok em 2

E se você tem medo de perder seu item favorito tentando aquele upgrade impossível, respira fundo. O Ragnarok: The New World implementou um sistema de reforço seguro até o nível +15, eliminando a destruição de equipamentos durante a tentativa de aprimoramento. É um alívio imenso não ver seu gear sumir no ar por causa de um RNG maldito, tornando a progressão muito menos punitiva e mais fluida.

Para a galera que trabalha ou estuda e não tem 12 horas por dia para ficar matando bicho, o jogo trouxe a caça automática offline. Sim, você pode deixar o personagem farmando enquanto dorme ou faz outras coisas e ainda assim receber as recompensas. Para alguns puristas isso pode parecer "trapaça", mas para o gamer moderno de PC e mobile, é qualidade de vida pura.

Imagem Cena de O Primeiro Ragnarok em 3

No quesito social, a GGV não economizou nos mimos. Tem de tudo: personalização de trajes, grupos, barracas de comércio para quem ama o mercado e até o sistema de casamento. Os casais ganham benefícios exclusivos, como um álbum de fotos próprio e teletransporte compartilhado, o que torna a interação entre os players muito mais orgânica e divertida.

Imagem Cena de O Primeiro Ragnarok em 4

A grande estrela do lançamento é a classe Druid, que nunca tinha aparecido em um Ragnarok para dispositivos móveis. Essa classe é versátil pra caramba, alternando entre três formas diferentes durante o combate, o que muda completamente a dinâmica da luta. No total, são oito classes disponíveis, e o detalhe mais maneiro é que você pode trocar entre elas usando um único personagem.

Se você estiver buscando outras opções para passar o tempo enquanto o jogo não chega oficialmente em todas as regiões, existem alternativas interessantes. O Crystal Saga Nova é uma opção gratuita com recompensas boas para novatos, enquanto o lendário Tibia continua firme e forte como um dos mais ativos do mundo. E se quiser mudar totalmente de ares, o War Thunder entrega batalhas intensas com tanques e aviões que são um show à parte.

Olhando de fora, dá para ver que a Gravity Game Vision (GGV) está tentando modernizar a franquia para atrair tanto a molecada quanto os nostálgicos. A transição para o mundo aberto é um passo ousado e, se a otimização estiver em dia, pode ser o renascimento que a série precisava. O foco em tirar a frustração do upgrade e dar liberdade nas builds mostra que eles ouviram as reclamações da comunidade ao longo dos anos.

Agora, ainda não se sabe se esse modelo de "facilidades" não vai tirar a graça da conquista a longo prazo. A caça automática e o reforço seguro são ótimos, mas o charme do antigo Ragnarok era justamente a dificuldade e a tensão de cada pequena vitória. Espero que o balanceamento entre o casual e o hardcore seja bem feito para o jogo não virar apenas um simulador de clique automático.

No fim das contas, Ragnarok: The New World parece ser uma aposta segura que mistura a essência clássica com as conveniências dos jogos atuais. Se você curte a vibe de explorar mapas gigantescos e montar builds malucas, vale a pena dar uma chance, mesmo que precise de umas gambiarras para acessar a versão do Sudeste Asiático agora.

Ragnarok: The New World
Site Oficial

Ragnarok: The New World

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