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Star Wars Zero Company quase foi um jogo de Titanfall e a história é bizarra

Cara, tem coisa no mundo dos games que a gente só descobre depois que o hype já bateu no teto, e o caso de Star Wars Zero Company é a prova viva disso. O jogo chegou atropelando tudo em 2026, com críticas absurdas e uma quantidade de gente jogando que deixou muita empresa gigante no chinelo. Mas se você acha que o caminho até o lançamento foi tranquilo, você não tem ideia do caos que rolou nos bastidores da Bit Reactor.

A gente aqui na nossa redação viu que esse sucesso estrondoso quase teve uma cara completamente diferente. Sabe aquele sentimento de "e se?", pois é, o jogo que hoje a gente ama como um título de Star Wars começou a vida querendo ser outra coisa totalmente diferente, e a reviravolta envolve nomes de peso da indústria que a gente respeita muito. É aquele tipo de história que mostra que, às vezes, um "não" bem dado pode salvar um projeto do flop.

Imagem Cena de <strong>Star Wars Zero Company</strong> 1

Tudo começou quando o diretor Greg Foertsch e a cofundadora da Bit Reactor, Alison Kelly, decidiram que queriam criar um jogo de tática. Eles não queriam qualquer coisa, queriam algo denso, então conseguiram marcar uma reunião com ninguém menos que Vince Zampella, o cara lendário da Respawn Entertainment. No começo, a ideia era genérica, mas o Zampella jogou a real: ele queria que o pitch fosse baseado em uma IP da própria Respawn.

Isso significava que Star Wars Zero Company quase foi, na verdade, um jogo do universo de Titanfall. O projeto estava diretamente ligado a Apex Legends, e a gente fica aqui imaginando se teríamos aqueles mechs gigantescos em um combate tático por turnos ou se a pegada seria mais focada nos personagens heróis, tipo o que a Ubisoft está tentando fazer com o Rainbow Six Tactics. Imaginem o potencial de ter um Titan em um tabuleiro tático, seria insano!

Imagem Cena de <strong>Star Wars Zero Company</strong> 2

Só que, como acontece muito nessa indústria, o Zampella acabou rejeitando a ideia do universo de Titanfall. Ele não disse que a ideia era ruim, mas mandou a equipe voltar para a prancheta e tentar de novo, só que agora usando a licença de Star Wars. Como a Respawn já tem a mão pesada nessa franquia, tendo criado os aclamados Star Wars Jedi e até um FPS que acabou sendo cancelado, a transição foi o caminho mais lógico para garantir a qualidade.

E foi assim que nasceu o Star Wars Zero Company. A sorte é que a troca de IP caiu como uma luva e o jogo se tornou uma das maiores surpresas do ano. Mas não se enganem, a parte financeira da Bit Reactor estava um verdadeiro inferno. Documentos judiciais de um processo entre a liderança do estúdio revelaram que a grana estava acabando rápido demais, transformando o desenvolvimento em uma corrida desesperada contra o relógio.

Imagem Cena de <strong>Star Wars Zero Company</strong> 3

O nível de desespero foi tão grande que a Bit Reactor colocou a maior parte da equipe em licença não remunerada (furloughed) apenas algumas semanas antes do lançamento. Imagina o clima no escritório: você está terminando um jogo que pode mudar sua vida, mas não sabe se vai ter salário no mês que vem porque a empresa está quebrada. É bizarro pensar que um jogo tão polido tenha vindo de um ambiente tão instável.

Mesmo com todo esse drama corporativo, o jogo foi lançado no PC via Steam e simplesmente explodiu. No último final de semana, o título atingiu um pico de 77.889 jogadores simultâneos, o que é um número absurdo para um jogo de tática. O boca a boca nas redes sociais foi o combustível que faltava, e agora todo mundo está falando que o jogo é obrigatório para quem curte estratégia.

Imagem Cena de <strong>Star Wars Zero Company</strong> 4

A boa notícia é que, com esse sucesso financeiro e a recepção calorosa da crítica, existe uma esperança real de que os funcionários que foram afastados sejam recontratados. Seria a redenção perfeita para um time que entregou um produto nota 10 enquanto a gestão do estúdio estava fazendo a conta de quantos centavos restavam no banco. É a prova de que talento vence a desorganização, mas não deveria ser assim.

No fim das contas, a gente fica refletindo sobre como a indústria de Notícias de games é volátil. Um jogo que quase foi um spin-off de Titanfall acaba se tornando um pilar de Star Wars em 2026. Se a Bit Reactor conseguir se organizar agora, eles têm em mãos uma mina de ouro, porque a gameplay está redonda e o público está sedento por mais conteúdo desse tipo.

Meu veredito é que Star Wars Zero Company é um milagre técnico. Ver um jogo surgir de um pitch rejeitado e de um estúdio quase falido para se tornar um hit do Steam é inspirador e assustador ao mesmo tempo. Agora é torcer para que a Respawn continue dando esse suporte e que a gente não veja mais demissões em massa em projetos que realmente entregam valor ao jogador.

Star Wars Zero Company
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