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Total War: Medieval 3 quer sua opinião mas esqueça o Papa!

Mano, finalmente a Creative Assembly resolveu dar atenção para quem realmente ama a pegada histórica da franquia. Enquanto todo mundo tá maluco com o Total War: Warhammer 40,000, a galera que curte cavalaria, castelos e política suja recebeu a notícia que a gente queria: Total War: Medieval 3 está vindo aí e, melhor ainda, eles querem a nossa ajuda para moldar o jogo. É aquele momento em que a gente sente que pode realmente influenciar o produto final e não apenas aceitar o que vier no lançamento.

A gente sabe que a CA anda numa vibe bem ambiciosa ultimamente, mas voltar para a era medieval é como voltar para casa. O jogo ainda está bem no começo do desenvolvimento, em fase de pré-produção, mas eles estão sendo surpreendentemente abertos com a comunidade através de livestreams e agora com uma pesquisa oficial sobre as facções. É um movimento arriscado, mas necessário para não deixar a base de fãs históricos se sentir abandonada enquanto o estúdio foca em universos de fantasia.

O papo agora é sobre quem a gente vai controlar no campo de batalha. O diretor criativo, Leif Walter, soltou a real sobre como eles decidem quem entra: a fama da facção, quão única é a situação inicial dela e, o mais importante, quais mecânicas distintas ela pode trazer para o gameplay. Se a facção for só 'mais do mesmo' ou não trouxer nada de novo para a mesa, as chances de ela ficar de fora são altas, o que mostra que a CA quer evitar a repetição excessiva.

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Algumas nações já estão 'travadas' e garantidas, então nem adianta gastar seu voto nelas. Inglaterra, França, o Sacro Império Romano-Germânico, o Império Bizantino, o Reino de Jerusalém e o Sultanato de Rum já têm passaporte carimbado para o Total War: Medieval 3. É a base sólida que todo fã de estratégia espera encontrar, garantindo que os grandes conflitos da época estejam representados com a devida importância.

Mas aí é que entra a parte boa: a Creative Assembly quer saber quem são as 'zebras' que a gente quer ver. Eles citaram cidades-estado italianas como Veneza e Milão, os reinos da Escandinávia e até califados como o Almohad ou o Império Fatímida. Imagina o hype de gerir a economia de Veneza enquanto tenta não ser engolido pelas potências vizinhas? Isso daria uma camada de profundidade absurda para quem gosta de jogar no modo diplomático e financeiro.

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Agora, nem tudo são flores e tem quem já tenha levado um nerf antes mesmo do jogo sair. A CA deixou claro que as Principados Russos e o Império Mongol estão fora da lista de jogáveis. Para quem esperava devastar a Europa com as hordas mongóis, esse balde de água fria dói, mas a gente sabe que equilibrar esse tipo de força bruta no PC pode ser um pesadelo de balanceamento que acaba estragando a experiência para as outras facções.

E chegamos na polêmica: o Papa. A comunidade implorou para jogar com os Estados Pontifícios, mas o Leif Walter cortou a onda. Segundo ele, o estilo de jogo do Papa seria tão único e especial que acabaria roubando todo o foco do desenvolvimento, prejudicando o resto do jogo. Basicamente, jogar de Papa seria um 'modo jogo' à parte, e a CA não quer correr o risco de investir tanto tempo nisso e deixar o conteúdo principal flopar.

Imagem Cena de  <strong>Creative Assembly</strong> wants 3

Meu pitaco pessoal? Eu daria tudo para ver a Escócia com um sistema de clãs robusto. Imagina ter que lidar com a briga interna de clãs, roubo de gado e traições constantes enquanto tenta segurar a onda contra os ingleses? Isso sim seria uma mecânica distintiva que tiraria o jogo do lugar comum e daria aquela profundidade que a gente ama em jogos de estratégia densos.

Enquanto esperamos, a gente ainda tem o Total War: Warhammer 40,000 para nos distrair. O jogo apareceu recentemente no PC Gaming Show e, olha, a parada parece estar ficando absurda de linda. É um projeto massivo, mas espero sinceramente que isso não tire os recursos do Total War: Medieval 3, porque a estratégia histórica é a alma desse estúdio e é onde eles realmente brilham quando acertam a mão.

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No fim das contas, ver a Creative Assembly ouvindo a comunidade em 28 de junho de 2026 é um sinal muito positivo. Eles sabem que errar a mão nas facções pode matar o interesse do público logo de cara, então abrir esse diálogo é a jogada mais inteligente que eles poderiam fazer agora para garantir que o jogo chegue com o hype lá no topo.

Tudo indica que teremos um jogo denso, com foco em mecânicas assimétricas e muita política medieval. Se eles conseguirem entregar a complexidade certa sem tornar o jogo chato ou excessivamente burocrático, teremos um clássico instantâneo nas mãos, capaz de revitalizar o gênero de estratégia histórica no Steam.

Eu, por minha vez, vou ficar de olho em cada atualização. Se o resultado final for metade do que a gente está imaginando, o Total War: Medieval 3 vai dominar as discussões por anos. Só espero que não inventem moda com microtransações absurdas ou sistemas de monetização predatórios, senão o jogo flopa na hora, independente de quais facções estejam presentes.

Links Úteis

* Gameplay de pré-produção * PC Gaming Show 2026

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