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Viciante! Ascend to Zero chega ao Game Pass como o melhor sucessor de Vampire Survivors

Cara, vamos ser sinceros: o gênero de 'survivors-like' ou 'bullet heaven' saturou rapidinho. A gente viu centenas de clones de Vampire Survivors tentando pegar a carona no hype, mas a maioria flopou miseravelmente por não trazer nada de novo além de 'números subindo na tela'. No entanto, a gente aqui da Gamer Elite acabou de colocar a mão em algo que realmente mexe no tabuleiro e traz a dose de dopamina que a gente precisava.

Estamos falando de Ascend to Zero, a nova aposta da Flyway Games em parceria com a Krafton que acabou de aterrissar no Xbox e no PC. O jogo chega com uma proposta ousada: você tem apenas 30 segundos para salvar o mundo. Pode parecer loucura ou um erro de design à primeira vista, mas essa é a alma do negócio e o que diferencia esse título de qualquer outra cópia genérica que você já viu por aí.

Capa de Cena de <strong>Xbox Game Pass</strong> just 1

Visualmente, o jogo é um soco no estômago de tão estiloso. Ele bebeu da fonte da Supergiant Games, trazendo aquela vibe tática de Transistor misturada com a progressão viciante de Hades. Além disso, quem curte aquele estilo 'brain punk' de Scarlet Nexus vai se sentir em casa com as cores neon e o clima opressor de um futuro tecnológico que deu terrivelmente errado. É aquele tipo de direção de arte que faz você querer tirar screenshot a cada cinco minutos.

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A mecânica de tempo é onde o jogo realmente brilha e evita que você fique entediado. Você começa com aquele tempo limitado, mas possui a habilidade de parar o relógio indefinidamente para planejar seus movimentos. Quando o tempo volta a correr, todo o dano acumulado explode nos inimigos, e derrotar certos oponentes devolve segundos preciosos ao seu cronômetro. É um jogo de xadrez frenético onde cada segundo conta para a sua sobrevivência.

Sobre o combate, a pegada é o ataque automático, mas com camadas de customização que dão um buff absurdo na gameplay. Você escolhe entre armas de longo alcance para manter a distância ou armas de curto alcance que batem como caminhões, mas exigem que você dance no meio da horda. O sistema de inventário permite trocar equipamentos, acessórios e gadgets on the fly, garantindo que cada run seja experimental e única.

Capa de Cena de <strong>Xbox Game Pass</strong> just 3

A história não é complexa, mas serve perfeitamente para justificar o loop do roguelike. Você controla uma pesquisadora em um laboratório avançadíssimo, onde seus colegas se sacrificam para te jogar em uma máquina do tempo enquanto monstros interdimensionais explodem tudo ao redor. É o clássico 'você é a única esperança da humanidade', mas executado com cortes de cena rápidos que não atrapalham o fluxo da ação.

O que eu achei mais interessante é como a narrativa se integra à progressão. Você não sente que está apenas repetindo a mesma fase, mas sim tentando decifrar como quebrar esse ciclo eterno de morte e renascimento. A sensação de urgência causada pelo relógio regressivo cria uma tensão que a maioria dos jogos do gênero ignora completamente, transformando a gameplay em algo quase visceral.

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No quesito técnico, o título roda liso no Xbox Series X e no Windows PC, mantendo a fluidez necessária para quando a tela fica lotada de projéteis e inimigos. Ter o jogo disponível no Xbox Game Pass desde o dia 13 de julho é a jogada de mestre da Microsoft, pois permite que a galera teste sem medo de gastar dinheiro em algo que pode não agradar. É a porta de entrada perfeita para quem quer conhecer o gênero ou para os veteranos que já estão cansados dos clones básicos.

Para quem curte minerar stats, o jogo oferece diversas moedas e sistemas de upgrade que fazem você querer jogar 'só mais uma vez'. A curva de aprendizado é justa: você começa se sentindo um lixo, sendo massacrado em segundos, mas conforme desbloqueia novas armaduras e gadgets, a sensação de poder cresce exponencialmente. É aquele ciclo de vício clássico que nos faz esquecer que já são três da manhã e a gente ainda está tentando bater o recorde de tempo.

No fim das contas, Ascend to Zero prova que ainda há espaço para inovação mesmo em gêneros que parecem saturados. Ele não tenta apenas copiar a fórmula do sucesso, mas sim adicionar camadas de estratégia e tensão que elevam a experiência a outro nível. Se você tem uma assinatura do serviço da Microsoft, não tem desculpa para não baixar esse título agora mesmo e testar seus reflexos.

O veredito é simples: é um jogo obrigatório para quem ama a adrenalina dos roguelikes e não se importa em morrer centenas de vezes para finalmente sentir a glória de salvar o mundo. É denso, é estiloso e, acima de tudo, é extremamente divertido. Vale cada minuto (ou cada segundo) investido nessa jornada cyberpunk.

Ascend to Zero
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