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Diretor de Final Fantasy 7 Revelation revela detalhes explosivos sobre o final da trilogia

Cara, segura a expectativa porque o Summer Game Fest 2026 simplesmente explodiu a cabeça de todo mundo quando a Square Enix resolveu tirar o pano da cara de Final Fantasy 7 Revelation. A gente já sabia que a trilogia do remake ia ser colossal, mas ver o capítulo final sendo apresentado com aquele trailer absurdo deixou qualquer fã com o hype nas alturas. Não foi só um vídeo bonitinho; tivemos um vislumbre real de como a exploração com a Highwind vai funcionar e como a Square Enix pretende amarrar essa história complexa que começou lá atrás.

Depois da revelação, o diretor Naoki Hamaguchi resolveu abrir o jogo e dar alguns pitacos sobre o que podemos esperar, e olha, tem coisa aqui que vai dividir a comunidade. A primeira bomba é sobre o roteiro: o diretor deixou claro que a história não foi alterada com base no feedback dos fãs. A gente sabe que o final de Final Fantasy 7 Rebirth deixou muita gente com a pulga atrás da orelha por causa daquelas maluquices multiversais, mas a equipe manteve a visão original. Para mim, isso é corajoso, mas perigoso, porque se o final não for impecável, a galera vai dizer que eles ignoraram o público.

Imagem Cena de <strong>Final Fantasy 7 Revelation</strong> 1

Outro ponto que me deixou bem aliviado foi a questão do bloat. Se você, assim como eu, sentiu que Final Fantasy 7 Rebirth às vezes parecia um checklist infinito de minigames e atividades que cansavam a beleza, pode respirar fundo. O Naoki Hamaguchi admitiu que a crítica sobre o excesso de conteúdo foi ouvida e que em Final Fantasy 7 Revelation eles estão cortando a gordura. A ideia é que o mundo aberto seja mais prazeroso e menos exaustivo, focando no que realmente importa para a jornada do Cloud e sua turma, sem forçar a barra com atividades repetitivas que só servem para inflar as horas de jogo.

Imagem Cena de <strong>Final Fantasy 7 Revelation</strong> 2

E agora vem a parte que todo mundo queria: a volta para Midgar. Sim, a cidade mural vai aparecer novamente, mas não esperem que a Square Enix entregue o mapa completo de Final Fantasy 7 Remake para a gente passear. O diretor explicou que a experiência de visitar Midgar será diferente desta vez, focando em áreas específicas e possivelmente recriando aquele ataque icônico do jogo original. É um pouco frustrante não ter a cidade inteira, mas faz sentido para o ritmo da história, evitando que o jogo vire um simulador de caminhada por ruas que a gente já conhece.

Imagem Cena de <strong>Final Fantasy 7 Revelation</strong> 3

Falando em exploração, a Highwind promete ser o grande trunfo de gameplay. Poder navegar pelos céus e planejar a abordagem de diferentes regiões vai dar uma escala absurda para o final da saga. Além disso, para quem é viciado em cartas, o Gold Saucer vai se tornar um verdadeiro paraíso do Queen's Blood. Se você achou que já tinha dominado o jogo de cartas no título anterior, prepare-se, porque a Square Enix quer transformar isso em um pilar fundamental da diversão no PS5 e no PC.

Imagem Cena de <strong>Final Fantasy 7 Revelation</strong> 4

Também tivemos menções rápidas sobre o Cid e as novas roupas do Cait Sith, provando que a atenção aos detalhes continua surreal. É aquele tipo de polimento que a gente espera de um jogo desse orçamento. Mesmo com as promessas de menos bloat, a densidade narrativa parece estar aumentando, e a expectativa é que o embate final contra o Sephiroth seja algo que a gente nunca viu em termos de escala e impacto visual, aproveitando todo o poder do ray tracing e da performance em 4K.

Agora, falando a real: a pressão sobre esse jogo é colossal. Encerrar uma trilogia que começou com tanta pompa e mudou tanto da obra original é um desafio hercúleo. Se a Square Enix conseguir equilibrar a nostalgia com as inovações e, principalmente, entregar um final que faça sentido com todas as mudanças de linha temporal, teremos uma obra-prima. Mas, se eles insistirem em caminhos confusos demais, correm o risco de ver o final da saga flopar no coração dos fãs mais puristas.

No meu veredito, Final Fantasy 7 Revelation parece estar caminhando para ser o fechamento ideal. O fato de estarem ouvindo sobre a fadiga do mundo aberto mostra que a equipe amadureceu entre um lançamento e outro. Não quero saber de 200 horas de jogo se 100 forem preenchidas com tarefas inúteis; prefiro uma experiência densa, impactante e que respeite o meu tempo. Agora é contar os dias para junho de 2026 e torcer para que a Highwind nos leve a um final épico.

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