Notícias

Herdeiros de The Witcher 3: Conheça os jogos que prometem revolucionar o RPG

Fala, galera! Se tem alguma coisa que a gente sabe é que The Witcher 3: Wild Hunt não foi apenas um jogo, mas um marco nos RPGs de mundo aberto. Até hoje, aquele título é a régua que a gente usa para medir se um jogo de fantasia é realmente bom ou se é só mais um hype vazio. Mas ó, o negócio é o seguinte: a mágica não acontece sozinha, e muita gente talentosa que construiu aquele universo resolveu bater as botas na CD Projekt Red para fundar seus próprios impérios ou liderar novos projetos insanos.

Essa debandada de veteranos criou o que eu chamo de "Diáspora dos Bruxos", e o resultado disso é uma lista de jogos em desenvolvimento que daria água na boca de qualquer gamer. A gente está falando de caras que desenharam as quests mais icônicas e que sabem exatamente como fazer as escolhas do jogador realmente pesarem na história, sem aquele papo furado de "final bom ou ruim" que a gente vê por aí. Se esses caras conseguirem replicar a densidade de The Witcher 3, estamos diante de uma era de ouro para o gênero.

Um dos projetos que mais estão fazendo barulho agora é o The Blood of Dawnwalker, desenvolvido pela Rebel Wolves. Esse estúdio é basicamente um "dream team" formado por veteranos da CD Projekt Red que queriam fazer as coisas do seu próprio jeito. O jogo promete ser um RPG visceral, com aquela profundidade narrativa que a gente ama e odeia ao mesmo tempo.

Imagem Cena de All games in development 1

O que mais chama a atenção em The Blood of Dawnwalker é a promessa de um combate mais refinado e um mundo que não parece vazio. A gente sabe que muitos RPGs modernos sofrem com aquele mapa gigante cheio de ícone repetitivo, mas a Rebel Wolves parece estar focada em qualidade sobre quantidade, trazendo de volta aquela sensação de descoberta real que tivemos nos primeiros mapas de Velen.

Imagem Cena de All games in development 2

Olhando para as capturas que surgiram, dá para ver que a direção de arte está num nível absurdo. O combate parece ter um peso real, longe daquelas animações flutuantes que a gente vê em jogos que floparam no lançamento. É nítido que a experiência de ter trabalhado no jogo do Geralt de Rívia deixou marcas profundas na forma como eles estão construindo a interação com o ambiente.

Imagem Cena de All games in development 3

Agora, não dá para falar de ex-devs de The Witcher 3 sem falar da própria CD Projekt Red, que obviamente manteve a elite para tocar o The Witcher 4. O negócio aqui é ambicioso: Ciri assume o protagonismo total. Esquece a força bruta do Geralt, agora o foco deve ser nas habilidades mágicas e na agilidade da Ciri. A gente já viu uma tech demo na conferência State of Unreal 2025 e o visual está gritando next-gen, com um uso de ray tracing e texturas que vão exigir bastante do nosso PC e dos consoles como PS5 e Xbox Series X.

Imagem Cena de All games in development 4

Além do quarto jogo, a CD Projekt Red está preparando o The Witcher 3: Wild Hunt - Songs of the Past. Não é um jogo novo, mas uma expansão final que deve chegar em 2027. Co-desenvolvida pela Fool's Theory, ela promete ter o tamanho de Blood and Wine e servir como um prólogo para a nova trilogia. Ou seja, vamos voltar a controlar o Geralt para fechar a conta antes da Ciri assumir o comando. É aquele tipo de estratégia para manter o hype vivo enquanto o jogo principal não sai.

Mas e o futuro distópico? Cyberpunk 2 (ou Project Orion) também está no forno. O projeto entrou em pré-produção em maio de 2025 e conta com nomes pesados como a Sarah Grümmer, que era quest designer em The Witcher 3. A promessa é uma cidade nova, descrita como uma "Chicago que deu errado". Só que aqui vem o balde de água fria: a previsão de lançamento é para 2030 no mínimo. É tempo pra caramba, mas depois do lançamento conturbado do primeiro, espero que eles não tentem correr com o desenvolvimento para não nerfar a qualidade final.

Para fechar a lista, temos o misterioso Project Hadar. A gente sabe quase nada, mas os relatórios indicam que é um time pequeno, cerca de 26 pessoas em fevereiro, trabalhando em algo novo na CD Projekt Red. Pode ser um experimento, um jogo menor ou algo totalmente fora da caixa. O fato é que a influência de quem criou o mundo de The Witcher 3 está espalhada por todo o mercado de RPGs agora.

Meu veredito? A gente está vivendo um momento perigoso. Ter esses veteranos liderando projetos é fantástico, mas a indústria está viciada em promessas astronômicas. Espero que a Rebel Wolves e a CD Projekt Red foquem menos no marketing e mais no polimento. Não queremos outro lançamento que precise de dois anos de patches para ficar jogável. Se entregarem metade da alma que entregaram em The Witcher 3, já estaremos no lucro.

No fim das contas, seja com a Ciri explorando a região de Kovir ou com novos heróis em The Blood of Dawnwalker, o que a gente quer é aquela sensação de imersão total, onde cada diálogo importa e o mundo reage às nossas loucuras. Agora é sentar, esperar e torcer para que esses prazos de 2027 e 2030 sejam cumpridos sem adiamentos infinitesimais.

Links Úteis

* Dragons has been brought on as the lead writer

🎬 Vídeo Relacionado

💬 Comentários da Comunidade

Carregando comentários...

← Ver todas as matérias
gamerelite:cookie-consent