Se você acha que a sua maneira de jogar é estranha, segura essa: a Millie Bobby Brown, estrela da série Stranger Things, resolveu abrir o jogo sobre sua relação com a franquia Grand Theft Auto. A gente sabe que o DNA do GTA é basicamente o caos absoluto, com perseguições policiais insanas e um desrespeito total por qualquer sinal de trânsito, mas a atriz tem uma abordagem que deixaria qualquer guarda de trânsito orgulhoso. Ela revelou que possui uma paixão secreta pela série da Rockstar Games, mas joga de um jeito que foge completamente do esperado para quem está em Los Santos ou Liberty City.
Durante sua participação no podcast Happy, Sad, Confused, a atriz de Enola Holmes admitiu que, para ela, a diversão não está em causar o apocalipse urbano, mas sim em ser uma cidadã exemplar. Ela contou que se esforça para ser uma pessoa "muito, muito boa" dentro do ambiente virtual, seguindo rigorosamente as leis de trânsito e, pasmem, parando em todos os sinais vermelhos. É aquele tipo de gameplay que faz a gente se perguntar se ela está jogando um jogo de crime ou um simulador de autoescola.

A coisa fica ainda mais engraçada quando ela menciona a reação do marido. Segundo Millie, ele simplesmente não consegue entender a lógica dela e vive perguntando por que ela joga Grand Theft Auto como se fosse The Sims. Imagine a cena: enquanto a maioria de nós está tentando derrubar helicópteros ou fugir de cinco estrelas de procurado, ela está ali, pacientemente esperando o sinal abrir para seguir viagem com total segurança. É um nível de disciplina que beira o surreal para os padrões de qualquer gamer.

E a zoeira não para por aí. A atriz revelou que até as visitas aos clubes de strip da série são feitas com moderação, afirmando que vai aos locais, mas se recusa a ficar bêbada no jogo. Ela encara a experiência como se seu personagem estivesse apenas no trajeto diário para o trabalho. Mesmo quando as missões exigem que ela elimine alvos, a Millie criou sua própria narrativa mental para não se sentir uma criminosa, definindo-se não como uma assassina de aluguel, mas como uma "vigilante".

Mas, independentemente do estilo "certinho" de jogar, a atriz está no limite do hype para o lançamento de GTA 6. E ela não está sozinha nessa, já que a Rockstar Games finalmente começou a soltar as primeiras gotas de informação sobre o título mais aguardado da década, com previsão de lançamento para novembro. As novas capturas de tela que surgiram mostram um nível de detalhamento absurdo, prometendo elevar a barra dos mundos abertos em consoles como PS5 e Xbox Series X.

Porém, nem tudo são flores nesse lançamento. A comunidade gamer já começou a reclamar da decisão da Rockstar de vender cópias físicas que vêm apenas com um código de download interno, em vez de um disco real. Para quem coleciona, isso é um verdadeiro flop, pois tira o valor do item físico. O pior é que isso parece ser parte de uma tendência maior, já que a Sony anunciou que deve encerrar a produção de discos físicos para novos jogos de PS5 em janeiro de 2028, o que deixa a gente com a pulga atrás da orelha sobre o futuro do PS6.
Além da polêmica dos discos, os bastidores da Rockstar Games também estão pegando fogo. Temos relatos de funcionários tentando se sindicalizar, inclusive ameaçando levar a disputa ao governo do Reino Unido se não conseguirem reconhecimento. É aquele drama corporativo que a gente costuma ver em grandes estúdios, mas que gera preocupação sobre a pressão excessiva no desenvolvimento de um jogo desse tamanho.

Para fechar com chave de ouro (ou de ferro), a galera da parte técnica está pessimista sobre a performance. Especialistas apontam que é bem provável que GTA 6 não rode a 60fps nos consoles atuais, o que é uma notícia bem amarga para quem preza por fluidez. Parece que teremos que escolher entre gráficos de cair o queixo em 4K ou a performance de 60fps, algo que já se tornou comum, mas que continua irritando a comunidade.
No fim das contas, seja jogando como uma criminosa implacável ou como a cidadã modelo da Millie Bobby Brown, a expectativa por GTA 6 é algo sem precedentes. A Rockstar tem a faca e o queijo na mão para entregar a maior obra da história dos games, mas as polêmicas com mídias físicas e a performance técnica podem dar uma manchada no brilho do lançamento.
Sinceramente, eu acho que a abordagem da Millie é quase terapêutica. Em um mundo onde a gente só quer explodir tudo, ter alguém que para no sinal vermelho em um jogo de crime é a definição perfeita de caos invertido. Agora é contar os dias para novembro e ver se o jogo realmente entrega tudo o que prometeu ou se vai sofrer algum nerf de expectativas na hora do lançamento.



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