Séries

Sukuna é forte, mas esses vilões de anime dão um banho nele

Olha, vamos ser sinceros aqui: o hype em cima de Jujutsu Kaisen é totalmente justificado. O cara é um monstro, um verdadeiro pesadelo personificado. Quando falamos do Sukuna, estamos lidando com o Rei das Maldições, um sujeito que transformou a Heian Era — a era de ouro do jujutsu — em seu playground particular de sadismo e violência. O mal do Sukuna não é só aquele poder bruto que explode tudo, mas a maldade pura, aquele prazer genuíno em ver o sofrimento alheio, o que torna a jornada do Yuji Itadori um verdadeiro inferno na terra.

Mas, como todo fã de anime veterano sabe, o conceito de "perigo" muda completamente dependendo da escala do universo. Dentro de Jujutsu Kaisen, o Sukuna é o topo da cadeia alimentar, o boss final que faz todo mundo tremer na base. Só que, se a gente expandir esse horizonte e colocar ele lado a lado com as aberrações de outros animes, a coisa muda de figura. Não é questão de quem bate mais forte, mas de quem consegue apagar a existência de um continente ou de um planeta inteiro enquanto toma um café.

Imagem Cena de Top 5 <strong>anime</strong> villains 1

Para começar a nossa análise, precisamos diferenciar a força bruta da periculosidade estratégica. Peguem o Kenjaku, por exemplo. Ele pode não ter o poder destrutivo do Sukuna, mas o plano dele é muito mais sinistro porque é calculado. Enquanto o Sukuna age por puro hedonismo, querendo apenas satisfazer seus desejos imediatos de destruição, o Kenjaku joga xadrez com a sociedade inteira durante séculos. Esse tipo de vilão é perigoso porque ele não quer apenas matar você; ele quer reescrever a biologia e a estrutura do mundo. É um nível de manipulação que deixa qualquer um com a pulga atrás da orelha.

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Agora, se a gente subir o nível para Fullmetal Alchemist, encontramos o Father. Esse cara é bizarro. Enquanto o Sukuna manipula energia amaldiçoada, o Father mexe na matéria em nível subatômico. O nível de ambição dele é absurdo: ele não quer ser o rei de um país ou de uma era, ele quer literalmente consumir a existência de Deus para alcançar a perfeição. Com a Pedra Filosofal servindo como uma bateria infinita alimentada por milhões de almas, qualquer tentativa de defesa contra ele se torna inútil. Se o Father decidisse entrar no mundo de Jujutsu Kaisen, ele provavelmente transformaria a sociedade jujutsu em poeira antes mesmo do Sukuna conseguir abrir seu domínio.

O que torna o Father mais perigoso é que ele não é apenas um lutador; ele é um arquiteto da realidade. A derrota dele não veio por causa de uma estratégia de batalha superior ou de um buff momentâneo de algum herói, mas sim por causa de engrenagens do destino que foram plantadas décadas antes. É aquele tipo de vilão que, se não houvesse uma falha catastrófica no plano, teria vencido com facilidade. Comparado a isso, o Sukuna parece quase um "bully" de escola, apesar de toda a sua crueldade.

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Mas vamos falar de escala de verdade? Vamos falar de Dragon Ball. Aqui a gente entra no terreno do Frieza, e é aí que o Sukuna começa a parecer pequeno. O Frieza não destrói bairros ou cidades; ele deleta planetas inteiros com um dedo, e faz isso rindo. A escala de poder aqui é simplesmente broken. Enquanto o Sukuna causou o caos em Shibuya, o Frieza aniquilou a raça Saiyajin e o planeta Vegeta sem nem suar a camisa. A diferença de escala é tão absurda que nem dá para comparar de forma justa.

Além disso, temos as transformações. O Golden Frieza e o Black Frieza atingiram níveis de força divina. Estamos falando de seres que podem colapsar universos. O Sukuna pode ser o rei no seu quintal, mas o Frieza é o imperador do cosmos. E não esqueçam que o Frieza sobrevive no vácuo do espaço, algo que provavelmente mataria o Sukuna em segundos, já que ele ainda depende de funções biológicas básicas como oxigênio. É um massacre total em qualquer cenário de crossover.

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No fim das contas, o Sukuna é um vilão fantástico para a narrativa de Jujutsu Kaisen porque ele representa a inevitabilidade da morte e do trauma para personagens como o Yuji. Ele é a ameaça perfeita para aquele contexto. Mas, quando a gente olha para o panorama geral dos animes, percebemos que existem monstros que operam em dimensões de poder e malícia muito mais vastas. Ser o "mais forte" em um único universo é legal, mas ser capaz de apagar galáxias é outro nível de perigo.

Meu veredito é simples: o Sukuna é um monstro, sim, mas ele é um monstro local. Se ele fosse colocado em um torneio contra o Father ou o Frieza, ele seria nerfado pela própria realidade da situação. É aquele choque de realidade que a gente ama ter em debates de fandom. O Rei das Maldições pode até ser o topo da montanha em seu mundo, mas há montanhas muito maiores e mais aterrorizantes por aí no mundo dos animes.

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