Olha, a gente já se acostumou com a bagunça da DC nos últimos anos, né? É reboot pra cá, cancelamento pra lá e aquele sentimento constante de que tudo pode ir para o ralo a qualquer momento. Agora que o James Gunn assumiu o leme do DC Studios, a gente começou a sentir um certo hype de que as coisas finalmente iam entrar nos trilhos, mas aí vem a notícia de que a Paramount e a Warner Bros podem se fundir e o coração do fã já dispara achando que vai ter mais um flop monumental no horizonte.
Mas calma, respira! O produtor de Supergirl, Lars P. Winther, soltou a bomba de que o David Ellison, CEO da Paramount Skydance, não está aqui para destruir tudo, mas sim que ele é um "grande fã" do que está sendo cozinhado no DC Studios. O cara não ficou só no papo; ele já colou nos estúdios Trilith em Atlanta para ver de perto as gravações de Man of Tomorrow, que é a sequência de Superman. Se o dono da grana está visitando o set e dando joinha, a gente pode começar a relaxar um pouco.

O papo é que o Ellison está bem aberto ao que a DC está planejando. O Winther deixou claro que a agenda de produções já está engatilhada e que coisas como o filme do Clayface e a série Lanterns já passaram do ponto de retorno — ou seja, o trem já saiu da estação e não tem como dar ré agora. Isso é um alívio absurdo, porque a gente sabe que quando empresa gigante se funde, a primeira coisa que fazem é dar um nerf no orçamento ou cancelar projetos para economizar uns bilhões de dólares, mas parece que, por enquanto, o plano do James Gunn está blindado.

Falando especificamente em Supergirl, que antes era chamada de Supergirl: Woman of Tomorrow, o filme chega aos cinemas em 26 de junho de 2026. E olha, preparem-se, porque não teremos aquela versão "certinha" da prima do Superman. A trama é baseada na run incrível do Tom King e da Bilquis Evely nos quadrinhos, e a promessa é de uma "fantasia espacial" com um tom completamente diferente do filme do Superman. É aquele tipo de aposta que, se acertar, eleva o nível de todo o universo compartilhado.

A Milly Alcock (que a gente já conhece de House of the Dragon) assume o papel de Kara Zor-El, e o James Gunn já avisou: ela é um "caos total". Diferente do Superman, que teve uma criação maravilhosa com pais amorosos, a Kara passou por um trauma pesado, vendo todo mundo morrer ao redor dela em um pedaço de Krypton que ficou vagando pelo espaço por 14 anos. Ou seja, teremos uma Supergirl muito mais dura, traumatizada e, nas palavras do Gunn, "estragada". É esse tipo de profundidade que a gente quer ver, longe de personagens rasos.
E claro que não podemos esquecer do Krypto! O cachorro mais caótico do universo vai ter um destaque enorme. A gente vai descobrir que ele é, na verdade, o cão da Supergirl, e que o Superman estava apenas cuidando dele. Um detalhe curioso que o Gunn soltou é que a Kara gosta de festejar em planetas com sóis vermelhos, porque, por causa do metabolismo deles, eles não conseguem ficar bêbados em planetas com sóis amarelos. Detalhes assim mostram que o roteiro está atento ao lore e quer expandir a mitologia de forma orgânica.

Para fechar com chave de ouro no elenco, temos o Jason Momoa entrando no DCU como Lobo. Cara, isso aqui é a definição de casting perfeito. O Momoa já tinha dito que o Lobo era o seu personagem favorito e que seria o papel ideal para ele. Um mercenário interestelar, imortal, forte e com aquele estilo marrento que o Jason domina como ninguém. Sair do papel de Aquaman para virar o caçador de recompensas mais brabo da galáxia é um movimento certeiro que já gera um hype absurdo na comunidade.
Agora, sendo sincero aqui com vocês: a gente sabe que no mundo dos negócios, nada é 100% garantido. O David Ellison está gastando bilhões para assumir o controle da empresa, e quando se move tanta grana, as prioridades podem mudar da noite para o dia. Mas, vendo a empolgação do cara com o set de Man of Tomorrow e o apoio ao trabalho do James Gunn, eu estou otimista. A DC finalmente parece ter alguém que ama os personagens tanto quanto a gente e a grana para fazer as coisas do jeito certo.

Meu veredito é que o DCU está caminhando para ser algo visceral e diferente dos filmes de heróis genéricos que a gente viu ultimamente. Se a Supergirl entregar essa pegada de "fantasia espacial" com a Kara sendo essa personagem complexa e quebrada, e se o Lobo do Momoa for tão insano quanto parece, teremos um dos melhores anos do cinema de heróis em 2026. Só espero que a diretoria da Warner Bros não tente meter a mão no roteiro na última hora para deixar tudo "familia", porque o tempero do Gunn é justamente esse caos controlado.



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