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The Testaments: Sequência de Handmaids Tale detona tudo e  é renovada para Season 2

Fala, galera! Se você acompanhou a saga angustiante de The Handmaid's Tale, sabe que aquela atmosfera opressora de Gilead grudou na gente como cola. A obra original é um absurdo de boa, e a adaptação do Hulu conseguiu manter esse nível de tensão por anos. Agora, a coisa escalou para outro patamar com The Testaments, a sequência que chegou com tudo em 2026 e já mostrou que não veio para brincar, entregando aquele clima bleak e pesado que a gente ama (ou odeia amar).

O negócio foi tão impactante que a Hulu nem quis esperar o episódio final da primeira temporada ir ao ar para bater o martelo: The Testaments já foi renovada para a Season 2. Isso é o que eu chamo de hype genuíno! Quando uma empresa de streaming toma essa decisão tão rápido, é porque os números de audiência estão batendo no teto e a crítica não teve como ignorar a qualidade da escrita do showrunner Bruce Miller. A série, produzida pela MGM Television e 20th Television, baseada no livro de Margaret Atwood, é um soco no estômago logo de cara.

Imagem Cena de Hulus Handmaids Tale sequel 1

Para quem ainda não entrou nessa vibe, a trama foca na Agnes, interpretada por Chase Infiniti. Ela é a filha biológica da icônica June Osborne (a lendária Elisabeth Moss), mas a pegada aqui é diferente. Enquanto a June teve a vida arrancada dela, a Agnes nasceu e cresceu dentro dos muros patriarcais e asfixiantes de Gilead. Ela não conhece outro mundo além daquela ditadura religiosa bizarra, o que torna a descoberta da verdade muito mais visceral para quem está assistindo.

O jogo começa a mudar quando a espiã da resistência Mayday, chamada Daisy (Lucy Halliday), chega à escola de elite da Tia Lydia (Ann Dowd). Esse lugar é basicamente um centro de treinamento para as "Plum Girls", que são as futuras esposas dos Comandantes. A dinâmica entre a Daisy e a Agnes é o motor da série, forçando a garota a encarar os horrores reais de uma sociedade que a vê apenas como um objeto de procriação ou status social.

Imagem Cena de Hulus Handmaids Tale sequel 2

Se a gente analisar onde a primeira temporada parou, o cenário para a Season 2 está absurdo. A Daisy conseguiu unir as meninas da escola para lutar contra os opressores, pegando a Agnes e a Shunammite (Rowan Blanchard) sob sua asa. Só que tem um detalhe cruel: a Daisy começou a menstruar, o que significa que agora ela também será alvo das expectativas brutais de Gilead. Se ela quiser sobreviver, vai precisar de aliados fiéis, senão vai ser nerfada pelo sistema num piscar de olhos.

E tem a questão da identidade da Agnes. Ela agora sabe que seu nome verdadeiro é Hannah e que sua mãe é a June, a figura central da resistência Mayday. Com um legado desses, é impossível que ela continue sentada assistindo ao caos. Eu aposto todas as minhas fichas que a Agnes vai se juntar ao lado da mãe muito em breve, e isso promete gerar confrontos épicos que vão fazer a série subir de nível.

Imagem Cena de Hulus Handmaids Tale sequel 3

Mas não podemos esquecer do Comandante Judd (Charlie Carrick), aquele personagem que exala a energia de um vilão que a gente ama odiar. No livro, o Judd tem um histórico bem sinistro de eliminar esposas que sofrem abortos espontâneos para conseguir novas. Como o noivado da Agnes acabou, as chances de o Judd colocar os olhos nela são gigantescas. É aquele tipo de tensão que deixa a gente agoniado no sofá, esperando o momento em que a máscara dele vai cair completamente.

O ponto mais forte, segundo o Bruce Miller, é a ideia de "irmandade". Ele comentou em entrevista que a comunicação, a confiança e o apoio mútuo entre as meninas serão a ruína de Gilead. Os líderes daquela sociedade acham que podem quebrar o espírito de adolescentes para reconstruí-las do zero, mas o Miller ri disso. Ele sabe que adolescentes empoderadas são a força mais imparável da natureza, e ver isso se traduzir em tela é satisfatório demais.

Imagem Cena de Hulus Handmaids Tale sequel 4

Sobre a data de lançamento, ainda não temos nada oficial, mas os fãs já estão especulando no Reddit que, seguindo o ritmo frenético de The Handmaid's Tale, a Season 2 de The Testaments possa chegar em 2027. Pode parecer longe, mas para a complexidade de produção que uma distopia dessas exige, é um tempo razoável para entregarem algo polido e sem cortes malfeitos.

No fim das contas, The Testaments prova que histórias sobre resistência e a luta contra sistemas opressores nunca saem de moda, especialmente quando são bem escritas. A série não tenta ser bonitinha; ela é crua, é dolorosa e é necessária. Se você curte ver o sistema sendo implodido por dentro através da união de quem foi marginalizado, essa série é obrigatória.

Meu veredito é que a produção acertou em cheio na troca de protagonismo. Trazer a nova geração para o centro da trama deu um fôlego novo para a franquia e evitou que a história ficasse estagnada. Agora é só segurar a expectativa e torcer para que a segunda temporada mantenha a densidade e não caia na armadilha de esticar a trama desnecessariamente. Só não espero dormir tranquilo depois de cada episódio!

Links Úteis

* Discussão sobre a renovação no Reddit

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